Email que receberá a matéria:
17/01/2012 - Opinião e Notícia
Além da Petrobras, as companhias Repsol, YPF, Shell, Esso e Oil foram acusadas de participarem do esquema
Membros do alto escalão do governo da Argentina denunciaram uma estratégia de “cartelização” dos preços do diesel no atacado no país por parte de grandes multinacionais do setor, entre elas a brasileira Petrobras.
Segundo o ministro do Planejamento argentino, Julio De Vido, e o vice-presidente e presidente interino do país, Amado Boudou, cinco companhias “abusam de sua posição dominante” cobrando “sobrepreços” pelo diesel, o que caracteriza a formação de cartel.
Lucros extras de US$ 780 milhões
Além da Petrobras, as companhias Repsol, YPF, Shell, Esso e Oil foram acusadas por De Vido e Boudou de participarem do esquema. Segundo eles, os sobrepreços cobrados pelo diesel superam em 8,4% os valores cobrados no varejo, em média.
O lucro extra obtido por estas empresas com a suposta cartelização seria da ordem de US$ 780 milhões por ano, no total. A Petrobras e as outras empresas acusadas de formação de cartel serão investigadas pela Comissão Nacional de Defesa da Concorrência da Argentina.
Av. Goias n° 636, Sala 501, Ed. Mercantil - Goiânia- Goiás | Fone: (62) 3945 6381